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O
Umbigo do Sonho
... e o Nosso
Dulce Duque-Estrada
... a transmissão escrita beneficia-se da clareza, um dos marcos
do estilo de Dulce - limpo e claro – que também se define
por seu jeito de crônica, porque são artigos enxutos, onde
a autora vale-se de acontecimentos cotidianos para introduzir a teoria
de modo rigoroso e vivo, de um rigor que, como ela brinca, não seja
rigor mortis. Utiliza também, na receita de sua escrita, se...
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Psicoterapias
de criança,
crianças em psicanálise
Jean Bergès e Gabriel Balbo
Os autores estão certos de uma coisa: uma psicoterapia nunca é uma
psicanálise. No entanto, eles constatam que por vezes os clínicos
se encontram obrigados a ter que empregar modalidades psicoterapêuticas...
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Os
trantornos do comportamento:
onde está o rolo?
Jean-Marie Forget
De que maneira compreender os transtornos do comportamento,
os desvarios e os desesperos das crianças e dos adolescentes? Antes
de medicalizar, judicializar, avaliar os problemas e suas conseqüências,
não deveríamos questionar nossa posição de
adulto educador?
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O
que aprendemos com as crianças que não
aprendem?
vários autores
Diante da confusão do real deste sintoma social, os problemas de
aprendizagem se vêem tradicionalmente remetidos ao lado médico.
Será esta uma doença? Será a aprendizagem uma função
superior?
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O
mal-estar na subjetivação
Jean-Pierre Lebrun
O
sonho de obturar a incerteza da fala graças à certeza
dos conhecimentos ameaça o estatuto da própria
fala. A realização de tal programa assinalaria
o próprio acontecimento de democracias totalitárias,
aquilo que denominamos de totalitarismo pragmático,
a saber, a autonomia tomada por um sistema organizado em
torno de uma lógica que pretenderia dar conta racionalmente...
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O
Corpo na Neurologia e na Psicanálise
Jean
Bergès
Chefe de clínica, responsável pela Unité de psychopathologie
de l´enfant et de l´adolescent do Hospital Sainte-Anne, em
Paris, e psicanalista, Jean Bergès questionou incessantemente o
lugar do corpo na clínica. Seus trabalhos, ligados a um percurso
original, são diretamente articuláveis ao debate atual...
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Clínica
da instituição
Jean-Pierre Lebrun
Se podemos convir que a instituição deve sempre estar em
posição de terceiro, acima de seus membros, é preciso
admitir que esse terceiro, nos dias de hoje, com frequência não
está mais “garantido” pela tradição. Se
ele sempre esteve presente, ele doravante precisa ser inventado, ou pelo
menos ser elaborado ou construído sem cessar.
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